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Pergunte ao Psiquiatra Tire suas Dúvidas sobre Psiquiatria
Dr Eduardo Adnet - Médico Psiquiatra
Especialista Titulado Pela Associação Brasileira de Psiquiatria e Associação Médica Brasileira
Gratos por sua visita! Desde que publicamos esta seção no site, temos recebido diversos emails com diferentes dúvidas e questionamentos sobre Transtornos Psiquiátricos, medicamentos, dentre outros assuntos relacionados com a Psiquiatria. Devido à importância de vários dos temas mencionados por nossos visitantes, gostaríamos de solicitar que, ao final de cada mensagem, a pessoa que nos enviar um email coloque, em baixo na mensagem, a autorização para que publiquemos aqui suas dúvidas. E isto para que outros também possam se beneficiar. Evidentemente, não divulgaremos nem o nome e nem o email do visitante, apenas as perguntas.
LEIA ISTO COM ATENÇÃO ANTES DE ENVIAR SUA PERGUNTA! Por normatização do Conselho Federal de Medicina, Não são Permitidas Consultas Online, mas apenas esclarecimentos de dúvidas de caráter genérico com vistas a utilidades informativas. Para situações que envolvam demasiada especificidade pessoal na pergunta, não há como substituir a consulta com o médico psiquiatra.
As perguntas enviadas são selecionadas para resposta, e somente serão respondidas as perguntas que puderem suscitar respostas para benefício dos visitantes do site no que diz respeito a uma melhor compreensão de assuntos ligados à Psiquiatria.
Devido ao grande volume de emails que recebo, passei a agrupar as
perguntas por assuntos e tópicos, a fim de facilitar a navegação no
site.
Sugiro que primeiramente,
Sinto-me honrado e agradecido por sua visita ao nosso site! Leia as Perguntas e Respostas abaixo, e se não encontrar o que busca, envie suas dúvidas clicando aqui
Médico Psiquiatra
Perguntas Relacionadas a Auxílio Doença, INSS e Capacidade Laborativa
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| Quando há Incompatibilidade entre a Doença e a Função do Trabalho. |
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| Publiquei sua resposta aqui. |
| Perícia, Especialidade Médica, Psiquiatria |
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Publiquei sua resposta aqui. |
| Transtorno do Humor Bipolar e Capacidade Laborativa |
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As respostas dadas às mensagens abaixo já respondem, parcialmente, sua indagação. É necessário que qualquer pessoa antes de assumir qualquer cargo ou função laboral seja, previamente, submetida à avaliação pela Medicina do Trabalho. Nessa ocasião se informa ao médico do trabalho examinador (no exame admissional) todas as doenças das quais o examinado é portador. Deixar de informá-las pode trazer futuros problemas legais ao examinado. Caso o médico do trabalho examinador não tenha dúvidas sobre a aptidão do candidato à função, então o examinado receberá o documento onde constará apto para a função. Caso o médico do trabalho possua dúvidas, ele solicitará um exame pericial a um Psiquiatra e este o informará sobre a doença psiquiátrica (quando houver) e o médico do trabalho então tomará sua decisão. Na grande maioria dos casos o Transtorno do Humor Bipolar não é incapacitante para o trabalho. |
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Transtorno do Humor Bipolar e Capacidade Laborativa 2
Há diversas variáveis intervenientes no curso do Transtorno do Humor Bipolar. A efetiva resposta ao tratamento instituído é um dos diversos meios de que se dispõe a fim de avaliar a capacidade laborativa das pessoas portadoras do THB. Embora possa haver casos de incapacitação permanente para o trabalho, em nossa experiência temos verificado tratar-se de uma minoria de casos. Em havendo uma boa resposta ao tratamento a pessoa pode viver com qualidade de vida e trabalhar normalmente. A supervisão psiquiátrica a longo prazo é recomendada. |
| Transtorno Bipolar e Afastamento do Trabalho |
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Favor ler o tópico acima, onde está escrito:
Transtorno do Humor Bipolar e Capacidade
Laborativa. |
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Diagnósticos Psiquiátricos, Perícia Médica, Auxílio Doença e Simulação |
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Não deixa de ser, de certo modo lamentável, que tenhamos chegado a uma situação um tanto quanto fria, onde pessoas são avaliadas de acordo com uma codificação, e não como seres humanos que sofrem e que carecem de atenção, tratamento e repouso. F29 e F32.9 são codificações de transtornos psiquiátricos da Classificação Internacional de Doenças, a CID, elaborada por comissões européias da OMS. É o chamado Diagnóstico da Psicopatologia Operacional Pragmática, ou seja, os códigos servem para “classificar” a situação de um indivíduo em, principalmente, dois subgrupos: Os que necessitam e os que não necessitam de auxílio doença, auxílios de seguros, afastamentos do trabalho, etc. Isto só nos mostra a que ponto se esfriaram os corações de pacientes e de médicos, onde alguém se preocupa com aspectos administrativos e econômicos muitas vezes de modo muito mais intenso do que se preocupa com sua melhora, restabelecimento e cura. Não estou me dirigindo a você, leitora e visitante do site que me escreveu, mas a um sistema mal elaborado de concessão de benefícios onde imperam injustiças e simulações. Mas há os dois lados da moeda. Em mais de duas décadas exercendo a medicina, houve um ponto quando cheguei a me surpreender com a quantidade de pacientes da Psiquiatria que vinham a mim simulando depressões, pânico, fobias e tantas outras doenças psiquiátricas, visando o ganho ilícito de um benefício inadequadamente concedido pelo INSS, o qual, diga-se, é pago por quem trabalha e paga impostos. O dinheiro das bilionárias contas de benefícios que são pagos pelo INSS não é dinheiro de políticos ou de presidentes, mas é o dinheiro do imposto que foi pago pelo carteiro, pela atendente de supermercado, pelo carregador de caixas, pelo motorista de taxi, pelo bancário, pelo arquiteto, pelo médico, pelo advogado, e por aí vai, os quais com o suor de seus rostos sustentam benefícios devidos e também benefícios indevidamente concedidos a simuladores de doenças cujos corações são corruptos e cujas atitudes são semelhantes às de ladrões de carteiras. Ora, diante de um universo tão heterogêneo e carregado de más intenções, como é o universo das multidões de pessoas que buscam auxílio doença (umas com razão, mas outras movidas por desonestidade), diante disso, nada mais compreensível do que o fato de o médico perito necessitar de um parecer especializado a fim de lhe ajudar a decidir, como perito médico, se o benefício é ou não é devido a este ou àquele cidadão. Esta é uma prerrogativa da qual os médicos peritos devem se servir (concordo plenamente com eles, eu que também realizo perícias) a fim de que possam tomar decisões fundamentadas na boa ciência, na técnica, no bom senso e também na misericórdia para com seus semelhantes. Sem, contudo, deixarem de estar de olhos abertos aos simuladores de doenças, desonestos e usurpadores da coisa alheia. Além do que, diante de cerca de 50 especialidades médicas que hoje há, como esperar que um único perito médico possa ser detentor de um volume de conhecimentos desta ordem? Sendo assim, penso que está correta a atitude do perito que solicita uma opinião de um colega especialista em outra área da medicina. E caso você que me escreve, faça jus à continuidade da concessão do seu benefício, de minha parte, espero que você possa obter não só o benefício, mas tudo o de que necessita a fim de chegar ao alívio e à cura de suas doenças. |
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